
Hoje o dia foi interessante na aula de inglês. Rafael como sempre, e suas brincadeiras patéticas do qual só têm a mim como 'ridor'. Profª Denise contou histórias frustrante sobre casos envolvendo ligações para policiais. Todas as ligações sem êxito. Uma delas foi numa noite, quando um casal estava brigando, em frente a casa dela, e ela explicitou que o homem estava quase matando a moça. Até que ela ligou para a polícia, e de resposta, foi que eles não poderiam fazer nada, afinal, não estavam sequestrando, matando, ou roubando a profª. Em outro caso foi em um dia de carnaval, e havia um bar fazendo muito barulho com rádio, sim, funk. E ela queria dormir, pois ela tinha que dormir para trabalhar no dia seguinte. Mas aí, tentou registrar a queixa, o atendente pediu o nome dela, e disse que iria lá no bar, informar que ela estava se queixando do barulho, e chamar ela para reclamar com o dono do bar. Além do mais, ela sabia que no bar era boca de fumo, e o dono um traficante. Evidentemente, no momento ela teve de retirar a queixa.
Na minha opinião, valorizar essa classe trabalhadora corrupta aumentando seus salários é o incorreto a se fazer. O certo seria retirar a massa podre de toda polícia, e impedir que contaminem o resto, que indubitavelmente deve ser um número insignificante. Se valorizar profissões fosse a solução, no Palácio do Planalto haveria muita gente trabalhando em prol de toda população, e não só de si mesmo.
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